
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), todos os anos se perdem
milhões de vidas na sequência de acidentes de trabalho e doenças relacionadas com o mesmo,
bem como se registam outros milhões de acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Estima-se também que 4% da riqueza produzida seja dispendida com custos relacionados com
as situações supracitadas.
A Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho 2008-2012 aponta no sentido de
uma cultura de prevenção das doenças profissionais, com o objectivo de incentivar e ajudar a
cumprir a lei, mas acima de tudo sensibilizar as empresas para a importância de seguirem as
normas adequadas, no seu próprio interesse. Também neste sentido, a Comissão Europeia
pretende reduzir em 25% os índices de sinistralidade laboral até 2012, considerando este ponto
como um factor determinante.
Estes simples dados são suficientes para compreender a dimensão da relevância da aposta
empresarial nesta área, demonstrando que a Segurança e Higiene no Trabalho representam
algo que vai muito além da simples obrigatoriedade, mas que se prende também fortemente
com o sucesso de uma empresa, dado que o mesmo tem por alicerce a segurança dos seus
colaboradores.