
Estima-se que 50 a 60% dos dias de trabalho perdidos, na Europa, estejam de alguma forma
relacionados com o stress. Esta é uma consequência de vários factores, entre os quais a
globalização dos mercados, que alterou a organização dos mesmos e criou novos riscos, como
o stress ou as doenças músculo-esqueléticas, bem como os riscos de natureza psicossocial.
Desta forma se torna óbvio que, além dos factores legais que se prendem com o cumprimento
de normas básicas relativas à Medicina do Trabalho, é do maior interesse de uma empresa que
sejam implementadas estruturas que contribuam para o bem-estar dos seus colaboradores.
Pretende-se assim não só reduzir as doenças profissionais directas, mas também contribuir
para a prevenção de outras doenças e melhoria das relações sociais.
Ao efectuar um investimento na Medicina do Trabalho, uma instituição encontra-se, acima de
tudo, a contribuir para um incremento da dimensão da sua competitividade, melhorando a
qualidade e a produtividade do trabalho.